A Trinca Digital na Internet

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 15-07-2010

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É com muito orgulho, mas muito mesmo, que anuncio aqui no meu cantinho o site da Trinca Digital.

logo da Trinca Digital

A Trinca é uma empresa formada, obviamente, por três sócias. :)

Todas são Arquitetas de Informação Seniors que possuem formação multidisciplinar e que se completam nos serviços prestados aos seus clientes. Eu sou jornalista, a Renata é publicitária e a Karin é designer de embalagens.

A Trinca veio para oferecer serviços especializado em experiência do usuário: plenajemanto, arquitetura, usabilidade em todo e qualquer tipo de ambiente digital.

A empresa é nova e teve início no começo deste ano. Por isso, ainda estamos engatinhando, mas nossa vontade é de gente grande! E, como todos os envolvidos passaram pelas maiores agências do mercado, chegamos com absoluta certeza de oferecer qualidade 100%. :)

Vem com a gente e ajude a Trinca a se espalhar pela internet!

Site: http://www.trincadigital.com.br

Twitter: http://www.twitter.com/trincadigital

Flickr: http://www.flickr.com/photos/trincadigital

Zumbi x Usabilidade

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 20-10-2009

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Muito legal e criativo o artigo que faz uma analogia entre zumbi e usabilidade. Os pontos em comum citados foram:

- Zumbis são focados

- Zumbis nunca param

- Zumbis vivem pelo seu maior objetivo

- Zumbis não desistem

- Zumbis não são políticos

Confira o artigo na íntegra.

(desabafo: até que enfim algo de útil apareceu na lista de discussão de AI. Ufa!)

Alguns pontos sobre a Arquitetura de Informação do R7

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 07-10-2009

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Quando começamos a pensar na Arquitetura de Informação do R7, tínhamos duas questões em mente: os usuários (1) e a liberdade / autonomia dos jornalistas para publicar informações no portal (2).

Precisávamos pensar em um modelo clean, fácil de usar, bonito, agradável, que contemplace tudo o que descobrimos com os testes de usabilidade e ainda que permitisse oferecer mais autonomia e liberdade para os jornalistas.

Confiram algumas observações que foram pensadas para incitar a participação dos usuários e a customização das páginas de acordo com a necessidade do jornalista:

É possível cadastrar quantos links relacionados forem necessários. Mas, se o jornalista estiver com pressa para publicar a matéria, é possível simplesmente ignorar essa funcioinalidade.

Há várias funcionalidades disponíveis para as matérias, que podem ou não ser habilitadas pelos jornalistas, de acordo com a necessidade.

Conforme elas forem sendo incluídas, os ícones vão aparecendo automaticamente na barra (veja parte superior da foto), que nesse caso está contemplando:

- Imprimir (já vem default em todas as matérias);

- Espalhe por aí (já vem default em todas as matérias e contempla o share e envie para um amigo);

- Mural (jornalista habilita ou não e funciona como um fóruim simplificado);

- Comentários (jornalista habilita ou não);

- Votação (jornalista habilita ou não) com ou sem fotos e abre em uma nova página.

Há  ainda a opção de Enquete (jornalista habilita ou não) com ou sem fotos, para oferecer mais opções aos jornalistas e mais proximidade do tema com o usuário, quando houver necessidade de um apelo mais visual.

Em cada uma dessas funcionalidades, o jornalista também tem o poder de liberar a participação dos usuários ou submetê-los à aprovação.

Um cuidado muito legal, que foi bastante elogiado pelo time de jornalistas, é a possibilidade de editar o título dos comentários. Na maioria dos portais de notícias, há a matéria e depois um título: Comente, Comentários, Opine, ou algo do gênero.

Neste caso, foi utilizado o título comente sobre esta notícia, mas, se o jornalista quisesse, ele poderia incitar uma discussão, trocando esse título por uma pergunta polêmica ou um texto que instigasse mais a participação dos usuários, como “E você, acredita na inocência do acusado?”.

Na enquete, que não traz o título enquete, mas sim a pergunta direta com destaque, para impulsionar as participações, é possível verificar os resultados antes de votar.

Ícones em todas as seções, breadcrumb e cores indicativas facilitam a navegação do usuário. Nesse caso, a matéria foi publicada só com texto: sem foto, sem confira também, nem links relacionados e sem funcionalidades. Tudo isso está a cargo do jornalista, que decide como a matéria vai ser apresentada, garantindo mais versatilidade, autonomia e liberdade.

Quando uma matéria, ou mesmo um post em um dos blogs do R7, um vídeo ou uma galeria de fotos utilizar termos técnicos ou nomes que necessitam mais explicações, é possível montar um glossário e linkar o conteúdo para ele. Acima, um exemplo de glossário com todos os Deputados Federais.

O “Confira Também” pode ser adicionado pelos jornalistas no meio das matérias, linkando qualquer outro conteúdo. É possível colocar fotos ou apenas a chamada.

Todos os recursos relacionados acima são customizáveis e as regras de negócios foram pensadas pela equipe de Arquitetura de Informação, em conjunto com a equipe de Jornalismo do portal. E, para organizar melhor a documentação, tudo foi especificado nos wireframes e os desenhos contemplavam todas as possibilidades, para serem previstas no layout e facilitar a implementação no CMS.

Sei que esse é só o começo, mas adorei saber que o resultado agradou os jornalistas e os usuários. Foi importante saber que os redatores sentem-se menos engessados na hora de publicar conteúdo. E os usuários também ganham, com conteúdo mais organizado, mais contextualizado e mais completo. :)

10 dicas para melhorar a usabilidade de ambientes digitais

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 24-09-2009

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Muito legal esse artigo da Smashing Magazine, onde foram reunidas 10 super dicas, de várias pesquisas já realizadas ao longo dos anos, para melhorar a usabilidade de ambientes digitais.

São elas:

  • Formulários

Essa eu não sabia e confesso que,algumas vezes, fiz da maneira errada (até porque isso nunca foi apontado como problemas nos testes de usabilidades dos quais paritipei): os campos de formulários abaixo do seu label são muito mais “usáveis” do que quando os campos ficam ao lado dos nomes.

Isso porque, de maneira vertical, o formulário torna-se mais fácil de ser escaneado pelos usuários.

Exemplo:

Recomendado

formulário correto

Não recomendado

formulario incorreto

  • Foco em rostos e olhos

Estudos de eye-tracking, sobre o qual já escrevi aqui, mostram que as pessoas, instintivamente, retêm sua atenção em outras faces e olhos. Porém, apenas em um primeiro momento, depois as pessoas se focam para a direção do olhar da imagem. Muito interessante!

  • Qualidade de Design

Pesquisas revelam que o design influencia completamente a credibilidade do ambiente digital. OU seja, as pessoas jugam o livro pela capa. Elementos como cores, tipografia, consistência, layout e estilo afetam a maneira com a qual os usuários percebem o site, bem como a imagem que ele passa, que deve ser pensada não apenas quanto a beleza, mas também quanto a sincronia com a sua audiência.

Outros fatores que interferem na credibilidade de um site: qualidade do conteúdo, quantidade de erros, atualizações regulares, facilidade de uso e credibilidade de seus autores.

  • Usuários usam o scroll

Sempre fui dessa opinião e sempre achei que dizer não à rolagem era besteira se alguns cuidados importantes fossem tomados, até porque toda caixa de e-mail tem scroll, bem como todo grande portal, ou seja, os usuários foram se acostumando a scrollar as páginas, sem problemas. Hoje em dia, o uso do scroll não é prejudicial, contanto que o nome do site, seu principal objetivo e o menu estejam sempre ao alcance da primeira vista.

Outro ponto importante é fazer com que o usuário perceba que há scroll na página, ou seja, ter a preocupação de não terminar um texto ou um destaque exatamente na linha do scroll, dando a impressão que de não há mais nada embaixo.

  • Azul é a melhor cor para links

Nenhuma novidade, tendo em vista que isso já é uma convenção. Nesse caso, reiventar a roda não é uma boa.

  • Tamanho da caixa de busca

Eles não devem ser pequenos demais e, dependendo do site, precisam ter um tamanho razoável (esse é o caso de e-commerces, sites imobiliários, entre outros).

O ideal é que a caixa de busca acomode 27 caracteres. Assim, 90% das palavras buscadas poderão ser visualizadas inteiramente, facilitando a edição, a correção e o entendimento do usuário.

  • Espaços brancos melhoram a compreensão

Fato. Layout clean é tu-do!

  • Testes eficientes com usuários não precisam ser extensos

Seguindo a máxima de que qualquer teste é melhor que nenhum, o artigo diz que a maioria dos “achados” em um teste aparecem nos dois primeiros usuários questionados. Os demais apenas confirmam as descobertas. Portanto, se puder fazer testes com poucos usuários, faça. Com certeza eles também serão úteis.

  • Quanto mais informações sobre o produto, melhor

Quem já comprou online certamente concorda com esse item. Para você gastar dinheiro com um produto que você não está tocando ou analisando pessoalmente, o mínimo que se espera é que ele esteja descrito de maneira eficiente e suficiente para me convencer a adquiri-lo.

  • A maioria dos usuários são cegos para anúncios

Isso significa que, se algo não é um anúncio, mas um destaque, e tiver a aparência de um banner, já será ignorado por boa parte dos usuários.  E, ao contrário, anúncios que parecem mais com conteúdo terão mais eficiência e aceitação.

Novas tecnologias mudam jeito de fazer pesquisa

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 15-09-2009

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Muito legal essa matéria da EXAME. A reportagem mostra que as novas tecnologias permitiram realizar pesquisas com consumidores sem aquele velho questionário de perguntas. isso porque, com o tempo, percebeu-se que as pessoas respondiam uma coisa, mas faziam outra. Assim, nem sempre o resultado dessas pesquisas levavam a alguma mudança / estratégia certeira para a emrpesa / marca.

Agora, com as novas técnicas, as pesquisas tornaram-se muito mais assertivas. esse é o caso do eye-trecking, uma técnica muito usada em Testes de Usabilidade para rastrear o olho do usuário e perceber qual parte das páginas de um site mais chama a atenção. Principalmente para as áreas de publicidade e para as homes, essa técnica é extremamente recomendada.

Na reportagem, a empresa Kimberly-Clarck é citada pela utilização do eye-trecking para verificar a reação das consumidoras ao serem apresentadas para a embalagem de um novo produto da marca.

A embalagem escolhida atraiu mais olhares para a informação de que o produto era feito de algodão orgânico e vitamina E — dado observado por 69% das entrevistadas.

Aqui é possível ver um apanhado das novas tecnologias utilizadas para entender o comportamento dos consumidores. Vale a pena conferir.

  • Eye-trecking

Muito legal poder conhecer a história dessa técnica. Confira:

Os estudos que basearam a análise do eye-tracking, por exemplo, remontam aos anos 60. O psicólogo russo Alfred Yarbus publicou em 1967 o primeiro trabalho científico em inglês que relaciona o movimento dos olhos à atenção. A teoria saiu do mundo acadêmico para ter uma aplicação comercial massiva apenas neste século.

Retorno sobre Investimento - ROI: o momento de mostrar o valor de um produto digital centrado no usuário

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 04-08-2009

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Para qualquer produto ou serviço, é imprescindível a análise de ROI (Return of Investment ou Retorno sobre Investimento, para o Brasil). E para produtos digitais não poderia ser diferente. Para comprovarmos que uma ação, um site, uma campanha, um aplicativo ou qualquer outro produto trouxe os resultados esperados, precisamos calcular o seu ROI. Para produtos e serviços do mundo real é mais fácil fazer o cálculo, mas, e para o virtual? Com exceção de e-commerces, raramente o ROI de um ambiente digital é calculado.

Neste artigo da revista Design de Interação, são mostradas as vantagens de se realizar testes de usabilidade, garantindo o retorno do investimento realizado. Porém, o artigo não falava especificamente sobre ROI, mas sim sobre os benefícios da realização de testes de usabilidade. Afinal, entende-se por ROI uma análise financeia que mensura os benefícios de um projeto em relação ao seu custo total. Também pode ser usado para calcular o sucesso de investimentos depois que eles foram feitos. Assim, fui em busca de como medir o ROI de um projeto digital com resultados numéricos (apesar de saber que, mesmo com o ROI, sempre há diversas variáveis envolvidas e que o resultado nunca será exatamente o real, já que essas diversas variáveis não foram consideradas).

ROI

Em um report da Adaptive Path, disponível para download mediante assinatura da newsletter, os autores explicam que o ROI é raramente calculado para um ambiente digital, talvez, porque as pessoas tendem a pensar que o virtual e o design são subjetivos. Porém, um design centrado no usuário serve para facilitar o uso do ambiente digital, tornando-o agradável e intuitivo para quem o utiliza, ou seja, facilitando o comportamento dos usuários, que pode ser completamente mensurável, analisado-o e transformado-o em equações exatas.

Identifying metrics that link design interventions to business goals is one key to determining the value of a user experience project.

E foi nesse report que encontrei o que procurava. Lá há formas de se chegar a valores que comprovam o ganho de uma empresa/marca em melhorar a experiência dos usuários em uma ambiente digital. Além disso, há cases extremamente bem explicados e detalhados, que funcionam como verdadeiros tutoriais para o cálculo de ROI do(s) meu(s) cliente(s).

Vale a pena fazer o download e ter o documento como fonte de pequisa e referência!

Outro conteúdo muito legal e específico sobre análises de AI pode ser enconotrado neste white paper.

Lá, encontrie uma relação legal das maneiras de se analisar a Ai de um produto digital (no report apenas sites foram citados, mas acho que podemos interpretar como produto digital, afinal, não fazmos AI penas de sites, certo?).

· Compare your site to a competitor’s site
· Compare the new version to previous version(s) of your site
· Compare several different design options for the same IA design issue; for example, comparing a broad and shallow hierarchy versus a narrow and deep hierarchy for the same site

Há ainda uma lista super detalhada de todo tipo de análise relacionada à AI que se pode fazer, bem como conteúdo relacionado onde se pode aprender mais sobre cada assunto. Adorei! :)

Os formulários online e os testes de paciência

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 29-05-2009

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logo webinsider

Dessa vez venho convidar vocês a conferirem meu artigo no Webinsider: Os formulários online e os testes de paciência.

E comentem, se quiserem. ;)


Explorando possibilidades

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 18-05-2009

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Muito legal essa palestra ministrada por Kars Alfrink. A palavra “play” é o ponto de partida para várias analogias e explanações muito interessantes sobre Design de Interação e tudo o que envolvea exploração de possobilidades em um ambiente digital ou físico. Confira, porque vale a pena:

Kars Alfrink: Play in social and tangible interactions from Interaction Design Association on Vimeo.

Icon-sorting

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 12-02-2009

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ícone home

Um dia desses estava lendo sobre icon-sorting em algum lugar e resolvi fazer uma pesquisa sobre o tema para ver se encontrava alguma informação relevante ou cases inspiradores. Não, não estou precisando fazer um icon-sorting aqui na agência. Mas um dia posso precisar, então, não deixe para amanhã o que você pode pesquisar hoje. :)

E não é que achei um case super legal do Frederick van Amstel? O material dele é super completo e muito legal de ler. Pena que não participei do teste na época em que ele foi aplicado…o que será que eu estava fazendo no Natal de 2005?? Em um outro post há a compilação dos resultados, com todos os ícones analisados. Muito legal!

Depois, descobri um outro artigo no mesmo site que conta um pouco sobre a criação de ícones. Vale a pena dar uma lida para entender as boas práticas para elaborar o elemento de forma correta.

Nesse artigo do Boxes & Arrows, o autor conta até a história dos ícones! Tudo começou no século VI, com pinturas religiosas feitas em painéias de madeira. E hoje, muitos e muitos anos depois, os ícones têm grande importância na comunicação entre pessoas e sistemas digitais. Eles devem, principalmente, agregar valor à experiência do usuário. 

No final do texto, há algumas considerações sobre ícones bem interessantes, que reproduzo a seguir:

 

  • See icons as manifestations of functional requirements in the product plan—as action triggers and status cues that support information display and decision-making.
  • Recognize that icons reflect the character and voice of the application, particularly that of a style guide governing the look and feel of products.
  • See icons as designed entities that require research, testing, iteration, and specifications in order to ensure sound, consistent construction.
  • Add a sense of poetics to enhance the user experience, to alleviate the tedium of tasks that rely on drop-down menus and other standard web widgets.
  • See icons as part of the whole system of interactions, at a page level (in the organization of components), an architectural level (as visual indicators resting on invisible wireframes that the user may or may not perceive), and a transactional level (as points of access to various paths or flows).

 

Design (de Websites) Centrado no Usuário

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 24-09-2008

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Assisti a um vídeo muito legal sobre Design Centrado no Usuário e sobre a importância da realização de pesquisas para entender as deficiências dos sites que já existem e as necessidades do público-alvo para o novo site a ser proposto. No caso de empresas que lançam sites pela primeira vez, as pesquisas também são fundamentais, porque mostram o caminho certo a seguir.

Adorei a palestra de mais de 1 hora porque, além da teoria, vários cases são dovulgados, mostrando a necessidade/problema e a solução encontrada, passando pelo tipo de pesquisa adotado para descobrir a resposta. Preocupar-se com o Design Centrado no Usuário tem diversos benefícios, entre eles entender e descobrir as necessidades e os desejos dos consumidores, bem como o real target do seu público. As palestrantes mencionam um fato que, para im, parecia ser um problema maior para o Brasil, mas que percebi ser algo meio universal: muitas empresas não querem “gastar” com pesquisa, fato que é extremamente prejudicial, já que são elas que dão a certeza de saber para quem o site está sendo criado. “Gastar” à toa acontece quando há investimento alto no lançamento de um site que não atende em nada às necessidades de seus clientes.

Quantitativas x Qualitativas

As palestrantes falam também sobre as pesquisas quantitativas e qualitativas. A primeira deve ser realizada quando o ideal é generalizar, saber dados numéricos. Já a qualitative é uma maneira valiosa de pesquisar grupos menores profundamente. É impotante antentar também para a realização da pesquisa no início do projeto.

Testes de Usabilidade

Os testes de usabilidade mereceram destaque na apresentação. Porém, percebi que o que elas chamaram de Usability Tests, de maneira generalizada, tratava-se mesmo da Análise de Tarefas. O legal foi a sinceridade e a objetividade utilizada na explicação.

Você pode utilizar as salas espelhadas, com câmeras gravando todos os movimentos dos usuários. Porém, isso fica muito caro e demora muito mais tempo. Simplesmente chamar pessoas e anotar os imputs é uma maneira mais rápida e barata de obter riquíssimos resultados.

Cases

1. Califórnia Academy of Sciences

  • Pesquisa por telefone
  • Público muito diversificado, cada um com suas necessidades
  • Contar histórias dos cientistas de maneira didática
  • Animação de diversos habitats na navegação: trazer a experiência do museu para o site
2. Museum of Modern Art
  • Site não era flexível para acomodar novos conteúdos
  • Tecnologia ultrapassada
  • Não sabiam com o público
  • Foi realizado Facus Group e Entrevista com Usuários, além de Análise de Tarefas
O que aprenderam
  • Os usuários têm interesse, mas não entendem de arte moderna
  • Não entendiam a divisão do site entre exposição e coleção permanente
  • Precisavam falar de arte de maneira familiar para eles
3. Open Architecture Network
  • Entrevistas por telefone
  • Sistema que comporte muito conteúdo colaborativo
  • Administrador bem elaborado
  • Mecanismo de busca eficiente
4. United Methodist Church Youth
  • Entrevistas individuais e em grupos
  • Pessoas tinham percepção negativa da igreja
Resultados Obtidos
  • Site virou um centro de colaboração, uma comunidade onde os jovens podem interagir por vídeo e comentários.
  • Foi criada uma ferramenta em que o usuário pode contruir uma representação de um desejo ou de uma oração.
5. Once Upon a School
  • Comunidade de professores e alunos para trocar informações
  • Palavra de ordem: colaboração
  • Mecanismo para compartilhar experiências
Conclusões
Não é porque interatividade está nam oda que ela é a solução para tudo. Por isso pesquisas são tão importantes: elas ajudam a encontrar soluções estratégicas.
Abaixo, confira a palestra na íntegra.