Teste de usabilidade com idosos

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 08-02-2010

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O post do Ivo Gomes sobre a experiência de fazer teste de usabilidade com idosos de mais de 65 anos é demais! Pelo que entendi, foi feita a Análise de Tarefas. Vale a pena conferir e aprender! E me deu uma vontade de ter realizado esse teste…. :)

Novas tecnologias mudam jeito de fazer pesquisa

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 15-09-2009

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Muito legal essa matéria da EXAME. A reportagem mostra que as novas tecnologias permitiram realizar pesquisas com consumidores sem aquele velho questionário de perguntas. isso porque, com o tempo, percebeu-se que as pessoas respondiam uma coisa, mas faziam outra. Assim, nem sempre o resultado dessas pesquisas levavam a alguma mudança / estratégia certeira para a emrpesa / marca.

Agora, com as novas técnicas, as pesquisas tornaram-se muito mais assertivas. esse é o caso do eye-trecking, uma técnica muito usada em Testes de Usabilidade para rastrear o olho do usuário e perceber qual parte das páginas de um site mais chama a atenção. Principalmente para as áreas de publicidade e para as homes, essa técnica é extremamente recomendada.

Na reportagem, a empresa Kimberly-Clarck é citada pela utilização do eye-trecking para verificar a reação das consumidoras ao serem apresentadas para a embalagem de um novo produto da marca.

A embalagem escolhida atraiu mais olhares para a informação de que o produto era feito de algodão orgânico e vitamina E — dado observado por 69% das entrevistadas.

Aqui é possível ver um apanhado das novas tecnologias utilizadas para entender o comportamento dos consumidores. Vale a pena conferir.

  • Eye-trecking

Muito legal poder conhecer a história dessa técnica. Confira:

Os estudos que basearam a análise do eye-tracking, por exemplo, remontam aos anos 60. O psicólogo russo Alfred Yarbus publicou em 1967 o primeiro trabalho científico em inglês que relaciona o movimento dos olhos à atenção. A teoria saiu do mundo acadêmico para ter uma aplicação comercial massiva apenas neste século.

Retorno sobre Investimento - ROI: o momento de mostrar o valor de um produto digital centrado no usuário

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 04-08-2009

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Para qualquer produto ou serviço, é imprescindível a análise de ROI (Return of Investment ou Retorno sobre Investimento, para o Brasil). E para produtos digitais não poderia ser diferente. Para comprovarmos que uma ação, um site, uma campanha, um aplicativo ou qualquer outro produto trouxe os resultados esperados, precisamos calcular o seu ROI. Para produtos e serviços do mundo real é mais fácil fazer o cálculo, mas, e para o virtual? Com exceção de e-commerces, raramente o ROI de um ambiente digital é calculado.

Neste artigo da revista Design de Interação, são mostradas as vantagens de se realizar testes de usabilidade, garantindo o retorno do investimento realizado. Porém, o artigo não falava especificamente sobre ROI, mas sim sobre os benefícios da realização de testes de usabilidade. Afinal, entende-se por ROI uma análise financeia que mensura os benefícios de um projeto em relação ao seu custo total. Também pode ser usado para calcular o sucesso de investimentos depois que eles foram feitos. Assim, fui em busca de como medir o ROI de um projeto digital com resultados numéricos (apesar de saber que, mesmo com o ROI, sempre há diversas variáveis envolvidas e que o resultado nunca será exatamente o real, já que essas diversas variáveis não foram consideradas).

ROI

Em um report da Adaptive Path, disponível para download mediante assinatura da newsletter, os autores explicam que o ROI é raramente calculado para um ambiente digital, talvez, porque as pessoas tendem a pensar que o virtual e o design são subjetivos. Porém, um design centrado no usuário serve para facilitar o uso do ambiente digital, tornando-o agradável e intuitivo para quem o utiliza, ou seja, facilitando o comportamento dos usuários, que pode ser completamente mensurável, analisado-o e transformado-o em equações exatas.

Identifying metrics that link design interventions to business goals is one key to determining the value of a user experience project.

E foi nesse report que encontrei o que procurava. Lá há formas de se chegar a valores que comprovam o ganho de uma empresa/marca em melhorar a experiência dos usuários em uma ambiente digital. Além disso, há cases extremamente bem explicados e detalhados, que funcionam como verdadeiros tutoriais para o cálculo de ROI do(s) meu(s) cliente(s).

Vale a pena fazer o download e ter o documento como fonte de pequisa e referência!

Outro conteúdo muito legal e específico sobre análises de AI pode ser enconotrado neste white paper.

Lá, encontrie uma relação legal das maneiras de se analisar a Ai de um produto digital (no report apenas sites foram citados, mas acho que podemos interpretar como produto digital, afinal, não fazmos AI penas de sites, certo?).

· Compare your site to a competitor’s site
· Compare the new version to previous version(s) of your site
· Compare several different design options for the same IA design issue; for example, comparing a broad and shallow hierarchy versus a narrow and deep hierarchy for the same site

Há ainda uma lista super detalhada de todo tipo de análise relacionada à AI que se pode fazer, bem como conteúdo relacionado onde se pode aprender mais sobre cada assunto. Adorei! :)

O processo de criação do Search Options panel do Google

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 16-06-2009

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Demais, demais! Adoro cases que mostram como algo novo foi planejado, estudado e elaborado. Isso é muito legal para quem trabalha com AI, Usabilidade, Design de Interação etc etc etc, mas também é ótimo para que os usuários comuns entendam que as coisas não surgiram ali na tela por acaso. Se está ali, é porque ali é o melhor lugar. Se tem aquele nome, é porque estudos demonstraram que aquela palavra representava melhor o conteúdo. Se tem ícones, é porque estudos foram feitos e aqueles ícones facilitam a identificação. E assim por diante.

Deveria ser assim sempre. Deveria ser assim em todos os sites. Para que produtos melhores e mais eficazes sejam lançados no mercado, e para que não tenhamos que ouvir com tanta frequência: “Tá péssimo, mas é porque o tempo era surreal”.

google e pug

O artigo sobre o processo de elaboração do painel de opções de busca do Google é muito completo e mostra todo o processo de estudo que resultou no que podemos ver hoje no ar. Eyetracking (neste post, o tópico foi abordado com mais profundidade) e testes de usabilidade fizeram parte do dia-a-dia da equipe para que a melhor solução fosse enconotrada. Depois de cada estudo e dos resultados obtidos, mudanças no design eram feitos para ajustar todo o layout. Como sempre, outro gol de placa do oráculo! :)

Design (de Websites) Centrado no Usuário

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 24-09-2008

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Assisti a um vídeo muito legal sobre Design Centrado no Usuário e sobre a importância da realização de pesquisas para entender as deficiências dos sites que já existem e as necessidades do público-alvo para o novo site a ser proposto. No caso de empresas que lançam sites pela primeira vez, as pesquisas também são fundamentais, porque mostram o caminho certo a seguir.

Adorei a palestra de mais de 1 hora porque, além da teoria, vários cases são dovulgados, mostrando a necessidade/problema e a solução encontrada, passando pelo tipo de pesquisa adotado para descobrir a resposta. Preocupar-se com o Design Centrado no Usuário tem diversos benefícios, entre eles entender e descobrir as necessidades e os desejos dos consumidores, bem como o real target do seu público. As palestrantes mencionam um fato que, para im, parecia ser um problema maior para o Brasil, mas que percebi ser algo meio universal: muitas empresas não querem “gastar” com pesquisa, fato que é extremamente prejudicial, já que são elas que dão a certeza de saber para quem o site está sendo criado. “Gastar” à toa acontece quando há investimento alto no lançamento de um site que não atende em nada às necessidades de seus clientes.

Quantitativas x Qualitativas

As palestrantes falam também sobre as pesquisas quantitativas e qualitativas. A primeira deve ser realizada quando o ideal é generalizar, saber dados numéricos. Já a qualitative é uma maneira valiosa de pesquisar grupos menores profundamente. É impotante antentar também para a realização da pesquisa no início do projeto.

Testes de Usabilidade

Os testes de usabilidade mereceram destaque na apresentação. Porém, percebi que o que elas chamaram de Usability Tests, de maneira generalizada, tratava-se mesmo da Análise de Tarefas. O legal foi a sinceridade e a objetividade utilizada na explicação.

Você pode utilizar as salas espelhadas, com câmeras gravando todos os movimentos dos usuários. Porém, isso fica muito caro e demora muito mais tempo. Simplesmente chamar pessoas e anotar os imputs é uma maneira mais rápida e barata de obter riquíssimos resultados.

Cases

1. Califórnia Academy of Sciences

  • Pesquisa por telefone
  • Público muito diversificado, cada um com suas necessidades
  • Contar histórias dos cientistas de maneira didática
  • Animação de diversos habitats na navegação: trazer a experiência do museu para o site
2. Museum of Modern Art
  • Site não era flexível para acomodar novos conteúdos
  • Tecnologia ultrapassada
  • Não sabiam com o público
  • Foi realizado Facus Group e Entrevista com Usuários, além de Análise de Tarefas
O que aprenderam
  • Os usuários têm interesse, mas não entendem de arte moderna
  • Não entendiam a divisão do site entre exposição e coleção permanente
  • Precisavam falar de arte de maneira familiar para eles
3. Open Architecture Network
  • Entrevistas por telefone
  • Sistema que comporte muito conteúdo colaborativo
  • Administrador bem elaborado
  • Mecanismo de busca eficiente
4. United Methodist Church Youth
  • Entrevistas individuais e em grupos
  • Pessoas tinham percepção negativa da igreja
Resultados Obtidos
  • Site virou um centro de colaboração, uma comunidade onde os jovens podem interagir por vídeo e comentários.
  • Foi criada uma ferramenta em que o usuário pode contruir uma representação de um desejo ou de uma oração.
5. Once Upon a School
  • Comunidade de professores e alunos para trocar informações
  • Palavra de ordem: colaboração
  • Mecanismo para compartilhar experiências
Conclusões
Não é porque interatividade está nam oda que ela é a solução para tudo. Por isso pesquisas são tão importantes: elas ajudam a encontrar soluções estratégicas.
Abaixo, confira a palestra na íntegra.

Ergodesign na prática

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 30-07-2008

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Diversos termos são usados para descrever o que, na prática, fazemos diariamente sem saber que a tal atividade tinha um nome tão bonitinho. :)

Recentemente foi publicada uma matéria sobre Ergodesign na revista Web Design. E não é que, lendo a entrevista com Luiz Agner, percebi que faço isso everyday no meu dia-a-dia de Arquiteta de Informação?

Vamos à definição:
Ergodesign
“Se uma aplicação dos princípios da ergonomia ao processo de design é implementada, o resultado deve ser um produto atrativo e também amigável. Máquinas, equipamentos, estações de trabalho que integram a ergonomia ao design contribuem para a qualidade de vida, aumentam o bem-estar e o desempenho dos produtos.”.
(Grandjean ,1984)
* Retirada do site Ergodesign Brasil *

E não é isso que a equipe de AI faz, por meio de estudos, testes de usabilidade e afins? Sim!
Ou seja, vamos descomplicar o que parece complicado? Ergodesign, Design Centrado no Usuário, Usabilidade e Arquitetura de Informação andam sempre juntos e estão tão interligados que às vezes fica até difícil separar.

E, sejamos realistas, em um país onde a Arquitetura de Informação está só agora começando a dar passos mais largos, profissionais com conhecimentos tão segmentados não têm vez. Não adianta virar perito em Ergodesign e achar que todos os problemas da web acabaram.

Por exemplo, para a minha equipe de AI aqui da Ogilvy, que é uma das poucas agências em que a Arquitetura de Informação faz realmente parte do processo que envolve todos os projetos web,  um profissional super experiente em aplicar testes de usabilidade, mas sem nenhum conhecimento de novas tecnologias, simplesmente não teria lugar aqui por muito tempo.

Levando em conta a característica do mercado de internet no Brasil e a nossa realidade de AI, é muito importante que o arquiteto tenha uma boa noção de tudo o que envolve seu trabalho e não apenas decore nomes e teorias. Casos de sucesso, problemas resolvidos e soluções inovadoras são tão importantes quanto o lado acadêmico da coisa. Portanto, mão na massa! :)

Paper Prototype

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 07-07-2008

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Com pouco mais de sete minutos, o vídeo mostra métodos de realizar o Paper Prototype e indica que, às vezes, um dos resultados alcançados é a necessidade de realizar algum outro teste de usabilidade, para  deixar o projeto completo e fadado ao sucesso (e à fácil navegação do usuário, claro)! Vale a pena assistir!