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Porque, para mim, essa é a melhor forma de se trabalhar bem, eficazmente e com produtividade 100%.

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Porque, para mim, essa é a melhor forma de se trabalhar bem, eficazmente e com produtividade 100%.

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A Unimonte, de Santos, promove, desde segunda-feira (9), mais uma edição da Semana de Comunicação. E fui convidada para integrar uma Mesa Redonda que acontecerá hoje, dia 11. Confira a programação completa do evento e, abaixo, mais detalhes sobre minha participação.
DIA 11/11 – quarta -feira
Horário: 19:30h
Local: Sala 24 A
Tema: Mercado de Trabalho - Novos Espaços para Novos Jornalistas – Mesa Redonda
Convidados: jornalistas Carla Martins (Arquiteta da Informação da Rede Record/SP), Simone Tobias (Revista Quatro Rodas/SP), Everton Vasconcelos (Assessoria de Comunicação da Monsanto/SP) e Régis Alvim Junot (especialista em tecnologias digitais)
Mini Biografia:
Carla Martins é jornalista, pós-graduada em Comunicação Empresarial e hoje atua como Arquiteta de Informação. Já trabalhou para clientes como Bohemia, Zorba, Brahma, Unilever, Gerdau, Banco Real, IBM, Cacau Show, Vizcaya, Kimberly-Clarck, entre outros. Passou por empresas como Player Comunicação Digital, Ogilvy Interactive Brasil e hoje é líder da equipe de Arquiteta de Informação da Rede Record. Mantém um blog sobre internet (www.carlamartins.com) e possui experiência em jornalismo digital, planejamento e execução de estratégias online, SEO, SEM, Mobile Marketing, Testes de Usabilidade, Arquitetura de Informação e Design de Interação.
Simone Tobias é jornalista, pós graduada em Comunicação Jornalística pela Cásper Líbero e hoje atua como repórter da revista Quatro Rodas. Está na área de comunicação há oito anos. Começou como estagiária na produção da TV Brasil, no Programa Notícias em Debate; trabalhou na assessoria de imprensa da UniSantos e também na Prefeitura de Santos. Em A Tribuna de Santos, foi estagiária de Geral, repórter de Geral e repórter e editora do Jornal Motor. Há quase dois anos trabalha na Editora Abril como repórter da revista Quatro Rodas, onde faz reportagens de comportamento e mercado - ligadas ao setor automotivo - e edita o Caderno Paulista.
Everton Vasconcelos é formado em Radialismo (Universidade Metodista de São Paulo) e Jornalismo (Faculdade Cásper Líbero) atua na área de comunicação há 10 anos. Já estagiou, produziu, escreveu, e dirigiu programas nas seguintes emissoras: TV Cultura (Viola, Minha Viola / Provocações/ Planeta Terra / Contos da Meia Noite), SBT (Show do Milhão, Casa dos Artistas, Tentação, Curtindo Uma Viagem, Todos Contra Um, Teleton, Troféu Imprensa e Sete e Meio), Rede TV! (Eu vi na TV e Aero Magazine), Bandeirantes (Tá na Mão), Gazeta (Edição Extra), Rádio Gazeta AM (Antena Ligada), Rádio América, Tam Linhas Aéreas (Tam Magazine). Foi colaborador das revistas Exame e Quatro Rodas Frota S/A, ambas na Editora Abril. Desde 2007, é coordenador de jornalismo do Colégio Ábaco e da Access International School em São Bernardo do Campo e, desde 2008, atua na assessoria de comunicação da Monsanto do Brasil na CDI Comunicação Corporativa, ocupando o cargo de coordenador há seis meses. Atuou como professor das disciplinas prática de locução, gêneros e formatos radiofônicos e criação no SENAC e na Radioficina (SP) entre 2004 e 2008.
Régis Alvim Junot é especialista pós-graduado em Produção para TV Digital pela Universidade Metodista. Desde 1986 trabalha com produção de vídeo e TV como cinegrafista e diretor de fotografia. Desde 1997 trabalha com mídias digitais como designer de interfaces gráficas, programador e roteirista. Pesquisa e desenvolve soluções em TV digital interativa, celular 3G, DVD, CD-ROM e totens touchscreen. Em seu projeto de mestrado pesquisa sobre os recursos interativos na TV Digital.
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Começo este post com uma dica valiosíssima: nunca, nunca comprei nenhum produto da Samsung!

Agora, vou começar do começo. Comprei um celular da Samsung no começo do ano e, de fevereiro até junho tive três problemas com ele. Levei-o as três vezes, na garantia, até a assistência técnica. Enfrentei filas enoooormes (e foi aí que descobri que as assistências da marca estão sempre cheias, porque os produtos são de qualidade completamente duvidável). Como se eu não tivesse mais nada para fazer, fui buscá-lo as três vezes e enfrentei, novamente, grandes filas. E sempre que começava a usar o bichinho, um outro problema aparecia.
Até que minha bateria de paciência acabou….e, como ela não vem com carregador, liguei na empresa para pedir uma solução, porque se em menos de 6 meses tive que levar o aparelho três vezes para conserto, imagina depois que a garantia acabasse?
Enfim, ao ser atendida pelo povo peculiar do call center (*cof), fui informada de que eu teria direito a pedir a troca do aparelho ou meu dinheiro de volta (e corrigido) a partir do momento que tive de levar meu celular trâs ou mais vezes para conserto na garantia.
Abri o processo no primeiro dia de julho e, até hoje, o prazo de retorno (que era de 5 dias úteis) não chegou. Resultado: não recebi o dinheiro, meu celular ficou na assistência e eu fiquei sem rumo.
É aqui que entra o poder da internet…
Fui informada por uma amiga que o site Reclame Aqui existe exatamente para resolver esse tipo de problema. Funciona mais ou menos como um Procon, só que de maneira informal e sem a burocracia e demora que a instituição oferece. Como tempo é dinheiro e eu não tava nem um pouco a fim de ir até o Procon, entrei no site. Pausa: acho uó não podermos abrir queixa no Procon via internet! Oi, estamos no século XXI!
Voltando: E achei ge-ni-al! Funciona como uma comunidade onde você escreve seu problema e a empresa recebe sua reclamação, tendo a possibilidade de responder ao consumidor ou cair no ranking das empresas.
Com o tempo, o Reclame Aqui ficou tão popular que muita gente já entra no site para pesquisar as reclamações sobre empresas antes de coprar um produto / adquirir um serviço. Lá pode-se encontrar, ainda, a lista das empresas mais reclamadas e a lista das empresas que mais e menos respondem as reclamações dos consumidores.
O site é fácil de usar, intuitivo e funciona! Amei!
E o sucesso do Reclame Aqui foi tanto que o Buscapé imitou o pioneirto e lançou o Confiômetro, que funciona de maneira quase idêntica. São os mesmos campos, os mesmos passos para cadastrar um protesto, a mesmíssima arquitetura de informação. Faltou originalidade, hein? Mas eu, que quero mais é receber meu dinheiro logo, postei meu problema nos dois!
Para saber mais, leia essa matéria da Revista Exame.
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Dessa vez venho convidar vocês a conferirem meu artigo no Webinsider: Os formulários online e os testes de paciência.
E comentem, se quiserem.
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Leiam no GF Soluções o guest post que escrevi sobre mídias sociais. E, se puder, deixe um comentário!

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Olá!! Hoje, para variar, vou fazer um post diferente. Será um jabazinho básico, mas rapidinho. Leiam a matéria sobre a viagem que fiz à Patagônia argentina publicada no iG! Não deixem também de dar uma olhada na minha galeria de fotos da Patagônia, publicada também no canal de turismo do iG!
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Gente, cozinharam a matéria da Info sobre Arquitetos de Informação (aquela que eu dei entrevista e que foi publicada em março) e colocaram como título: Salários de até R$ 12 mil.
Vamos combinar uma coisa? A profissão é demais (sou suspeita, né?), tem mesmo mercado em expansão, mas não, um AI não costuma ganhar R$ 12 mil, tá? Não mesmo! Isso é completamente irreal. Quem ganha esse salário (no máximo 1% dos AIs) já pode até ter sido AI um dia, mas hoje deve ser empresário, gerente de alguma área ou tem um outro cargo parecido, mas AI mesmo o cara não deve ser mais. Porque, no sentido que a coisa é passada, parece que o povo entra no mercado e daqui a pouco tá ganhando dozezinho, no mole, mole.
Por isso que há gente nova dizendo por aí que quer ser AI sem ter a menor vocação e gosto pela coisa. Com informação não se brinca, povo. Muito cuidado! Eu, como jornalista, fico passada com isso. Não, na verdade fico irada mesmo. Quer falar que ganha bem, tudo bem. Mas explica direitinho, né? Humpf!
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Saiu aqui a errata sobre algumas informações publicadas na matéria Arquitetos da Web, da edição de março da Info Exame.
Pronto, agora o pessoal da Player Comunicação Digital não vai mais ficar bravo por terem pagado o curso no começo da minha carreira e não terem sido mencionados na entrevista….heheheheheh
Antes de tomar bronca, já pedi logo a correção. E, como jornalista, sei que os erros aconteceram devido à entrevista ter sido feita por telefone. Por isso que entrevistas feitas pessoalmennte tendem a dar muito mais certo, apesar de serem inviáveis, muitas vezes, por causa do tempo do jornalista x entrevistado, deadline e distância geográfica das fontes.
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Dei uma entrevista sobre Arquitetura de Informação na Info Exame de março. A matéria está bem legal e nossa foto ficou ótima, diga-se de passagem.
A Karin, que trabalha comigo aqui na Ogilvy, também deu seu depoimento.
A matéria, porém, traz duas informações erradas na minha entrevista (já pedi a correção e eles devem publicar uma errata no mês que vem): fui promovida de redatora para arquiteta há quase 5 anos, e não há dois, como foi publicado. Além disso, o curso da Jump foi pago pela Player Comunicação Digital, a mesma agência que me promoveu e onde iniciei minha carreira como AI.
No mais, a matéria está ótima e, agora, eu quero conhecer esse arquiteto que ganha R$ 12 mil!!! Porque não conheço ninguém da área que tenha um salário desses. Não mesmo.
A revista está disponível em todas as bancas e custa R$10,95. A matéria sobre AI está na página 76.

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O Rogério Pereira teve uma iniciativa super legal em seu blog. Ele está fazendo entrevistas com alguns Arquitetos de Informação para publicá-las em seu site. Segundo Rogério, essas entrevistas têm o objetivo de orientar as pessoas que estão entrando na profissão e aumentar o conhecimento de quem já atua no mercado.
O primeiro foi Eduardo Loureiro, Coordenador de Experiência do Usuário na Mapa Digital e, agora, também contribuí com a minha opinião sobre a profissão. Leia aqui a entrevista na íntegra.