Mídias sociais: marcas precisam falar, ouvir e agir

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 21-10-2009

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Muito legal a notícia publicada sobre o nível de relevância da presença das marcas em mídias sociais.

midias sociais

Esse assunto foi abordado por Mike McGraw, da Bigfuel, um dos palestrantes do MaxiMídia. A palestra parece ter sido super interessante e trouxe dados muito legais. Veja um exemplo:

“Nos últimos 30 anos o total de mensagens que mencionam marca as quais está exposto um individuo saltou de 500 para 5 mil por dia”

Para ele, parte maciça das empresas que investiram em mídias sociais nos EUA fracassou. Claro que, por terem sido as primeiras, aprender com os erros é um passo normal e, agora, já dá para começar a analisar e assimilar as lições do que não fazer.

Quanto ao retorno sobre investimentos nesse tipo de mídia, McGrawdisse que novas ferramentas estão surgindo no mercado para atender à demanda.

Você pode ler aqui a íntegra da matéria.

Mulheres superam homens nas redes sociais

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 06-10-2009

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Fonte: http://mashable.com/

Meu guest post: Blog x Twitter - qual venceu a guerra pela preferência dos usuários?

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 27-05-2009

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Leiam no GF Soluções o guest post que escrevi sobre mídias sociais. E, se puder, deixe um comentário! ;)

B = f(P,E)

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 26-05-2009

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Christina Wodtke - Designing the Viral App from Interaction Design Association on Vimeo.

Achei demais a apresentação de Christina Wodtke inteirinha, mas o que mais me tocou foi a fórmula do comportamente, que é o que queremos atingir quando planejamos e executamos qualquer tipo de açao que objetive atingir pessoas.

B -> behavior = f -> function (P -> Person, E -> Environment)

Christina fala sobre o comportamento colaborativo e social, abordando também os componentes virais que fazem com que uma plataforma online se auto-promova.

O primeiro exemplo dado é super legal. Ela fala sobre o Flickr, que mudou seu default de privado para público no momento de postar uma foto, já que o principal intuito da ferramenta era compartilhar imagens, e não funcionar apenas como álbuns particulares de pessoas isoladas que não interagiam.

E, apesar desse default, que faz toda a diferença, sempre é possível mudar a configuração, ou seja, o usuário tem o poder de escolher se quer compartilhar seu conteúdo.

Outra coisa muito legal é o motivo do embed dos vídeos, iniciado pelo You Tube e hoje existente grande maioria das plataformas semelhantes. Por que um site permitiria que outros pudessem sugar seu conteúdo, permitindo até que tudo fosse visualizado sem nem precisar ir para o site de origem? A resposta você enconotra no vídeo acima. Então, vumbora, comece já a assistir! :)

As marcas mais presentes em Mídias Sociais

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 06-05-2009

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Não sabia disso, mas a Agência Frog desenvolveu o Índice de Macas em Mídias Sociais (IMMS) para mensurar a densidade de referências a empresas nas mídias sociais. O google a marca mais citada nessas mídias, por isso é a referência e o ponto de partida para a pontuação no ranking. O google recebe 1000 pontos e as outras marcas iniciam a pontuação do zero.

Abaixo, segue o ranking de março:

1º Coca-Cola 1.494

2º iPhone 1.322

3º McDonald’s 720

4º Sony 685

5º Apple 665

6º Adidas 644

7º Nokia 611

8º Nike 591

9º Chevrolet 586

10º Skol 545

11º Ford 469

12º Oi 467

13º Fiat 411

14º Volkswagen 399

15º LG 377

Por segmento

Operadoras

Oi

Claro

Vivo

Celulares 

iPhone

Nokia

Motorola

Automóveis

Chevrolet

Ford 

Fiat

Cervejas

Skol 

Brahma

Bohemia

Bancos

Itaú 

Bradesco

ABN Real

 

Li na Nós da Comunicação.

E, para completar o post, segue uma rica e bem humorada apresentação da agência, feita para o Encontro de Web Design.

10 coisas que aprendi sobre redes sociais

 

 

Pesquisa traça hábitos de usuários acostumados a navegar

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 24-11-2008

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Muito legal e completo o documento da Razorfish, que traz, além de considerações e análises sobre a internet de hoje e o futuro que nos aguarda, uma pesquisa realizada com mais de 1000 usuários dos EUA, todos eles acostumados a navegar e bastante familiarizados com a internet. Das pessoas pesquisadas, 56% eram mulheres e 44%, homens. O objetivo da pesquisa era entender seus desejos digitais, frustrações e hábitos de consumo, por isso, o grupo de usuários tinha que possuir algumas características comuns:

  • Acesso a banda larga;
  • Ter gasto, no mínimo, U$200 em compras online no ano passado;
  • Ter visitado pelo menos um site de comunidade (MySpace, YouTube, Facebook, Classmates, Wikipedia, etc.);
  • Ter publicado algum comentário ou conteúdo online, como fotos, vídeos, música ou notícias.
Esse público foi chamado de “consumidores conectados”. E é assim que vamos também chamá-lo aqui no post, para facilitar.  A pesquisa mostra que a grande maioria desses consumidores estão cada vez mais interagindo e utilizando ferramentas e sites 2.0 no seu dia-a-dia. Confira alguns dados super interessantes:
  • 28% usam o Twitter com frequência. Achei esse número super alto, levando em consideração seu pouco tempo de existência;
  • 41% usam tag clouds com regularidade
  • 52% usam RSS feeds com regularidade
  • 52% compartilharam bookmarks com outros usuários por meio de serviços como delicious;
  • 55% usam widgets em seus desktops com frequência. Esse é outro dado surpreendente porque corresponde a um número bem alto, mais da metade dos entrevistados;
  • 62% usam widgets em sites como IGoogle
  • 81% lêem conteúdos organizados como “Mais lidos” ou “Mais enviados” com frequência.
Apesar de os EUA ainda estarem engatinhando quando o assunto é mobile, assim como o Brasil, alguns aspectos dessa nova mídia foram abordados na pesquisa e trouxeram resultados esclarecedores:
  • 87% enviam e recebem SMS;
  • 82% tiram fotos com seu dispositivo móvel;
  • 67% compartilham fotos;
  • 35% já checou seu e-mail do trabalho via dispositivo móvel;
  • 43% já assistiram vídeos;
  • 46% já acessaram mapas ou pesquisaram endereços;
  • 47% já ouviram música;
  • 50% já consultaram e-mails pessoais;
  • 51% já acessaram um site via dispositivo móvel;
  • 51% já consultaram informações sobre clima, notícias e resultados de competições esportivas via dispositivo móvel.
Todos os dados da pesquisa demonstram um disposição dos usuários para abraçar e utilizar todas essas inovações que, muitas vezes, achamos ser utilizadas pela minoria da minoria. É aquela velha mania de subestiar seu público. E, se na internet isso acontece, com dispositivos móveis não será diferente. Então, mão na massa! Arquitetos estudando documentações e novas tecnologias para suprir essa demanda que já chegou por aqui. Vambora, minha gente…