O Mercado de Analytics no Brasil

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 20-03-2009

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A WA Consulting divulgou uma pesquisa feita este ano sobre o mercado de métricas no Brasil. O estudo foi realizado nos meses de janeiro e fevereiro e entrevistou 306 empresas listadas no anuário “Exame – Maiores e Melhores de 2008”. Alguns dados me surpreenderam, como o fato de que o uso de Web Analytics de Log ainda é amplamente usado, mostrando que o uso de Tag`s ainda não foi aderido completamente pelas empresas.

As empresas de Web Analytics no Brasil

Possuímos quatro empresas americanas representadas no Brasil:

- WebTrends, a mais antiga representada pela CLM

- Omniture, que é representada por duas empresas diferentes como Aúnica e Hi-Media

- Única, que possui escritório próprio no país

- Nielsen Online, que pertence a Nielsen//NetRatings, aqui representada pelo Grupo Ibope

Além dessas, há as ferramentas gratuitas, como Google Analytics, Yahoo! Analytics e Microsoft Analytics. 

Por fim, as únicas duas representantes Latino Americanas:

- Certifica, do Chile

- Predicta, do Brasil

A figura abaixo mostra que exatamente metade das empresas analisadas ainda não possuem nenhum serviço de Web Analytics com tags em javascript. Das que possuem, a grande maioria (34%) utilizam os serviços do Google Analytics.

 

grafico

O estudo é legal para termos uma noção de como há demanda para o mercado provedor de softwares de Web Analytics. Além disso, nota-se a demanda latente também por análises envolvendo Arquitetura de Informação e SEO, por exemplo, já que sem métricas não podemos fazer nenhuma melhoria e otimização com base em dados exatos e constantes.

Outro dado interessante é que apenas 7,2% das epresas utilizam dois ou mais web analytics diferentes. Nota-se que essa é uma caracteística típica do mercado brasileiro, pois outros países comumente utilizam dois ou mais serviços diferentes, com a proliferação de serviços gratuitos. O mercado de internet brasileiro é um dos maiores do mundo, hoje com mais de 50

milhões de pessoas acessando a web, portanto, nada melhor que conhecer cada vez mais os hábitos de quem frequenta seu site, seja para melhorar os acessos ou para entender o que está errado.

Das empresas pesquisadas, as do ramo alimentício que utilizam WA (37%) são 100% adeptas do serviços do Google Analytics. Um dos setores que mais utilizam WA é o automotivo, com 67% de adesão. Esse ramo já demonstra uma variedade maior de softwares utilizados, como Omniture,

Weboscope, Predicta, além do Google Analytics. Confira os dados de outros segmentos quanto à utilização de Web Analytics:

- Bebidas: 60%

- Cosméticos: 42%

- E-commerce: Pasmem, apenas 61,5% já migraram seus WA’s de log para tag’s e, desses, 75% utilizam Google Analytics. Talvez esse seja o segmento com maior demanda para as empresas que fornecem as soluções pagas investirem.

- Ensino: 27% 

- Eletrônico: 67%

- Governo: Outro susto. Apenas 36%.

- Farma: 67%

- Finanças: 35% mas, no relatório, a explicação enconotrada para o fato é o cuidado no uso de tecnologias que possam colocar a privacidade de seus clientes em perigo.

- Mídia Digital: 89%

- Serviços: 27%

- Telefonia: 50%

SEO & Analytics Program

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 26-02-2009

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estatísticas

No meio da minha leitura do Search Engine Optimization Bible identifiquei um ponto muito importante, sem o qual todo o trabalho de SEO fica reduzido substancialmente. Trata-se da análise de resultado, das métricas que provam como o acesso ao site estava antes das práticas de SEO serem implementadas e o que mudou depois do trabalho de otimização.

Analytics are the metrics that show you how pages, links, keywords, and other elements of your web site are performing. If your web host hasn’t provided you with an analytics program, find one. Not having an analytics program is like walking around in the dark, hoping you won’t bump into a wall.

Segundo o livro, muita gente prefere não se render a pacotes de análises pois encaram como algo muito complicado e muito caro. Mas isso é um mito. Muitos programas são intuitivos de usar e bem baratos, alguns deles são até grátis. Ou seja, essa não pode ser mais a desculpa para não analisar o desempenho do seu site.

Vou até mais longe que isso, porque, para mim, ter um site no ar sem ter a menor idéia de quantas pessoas acessam, o que elas mais procuram, como elas chegam até ele e porque voltam (ou não), é praticamente o mesmo que não ter um site no ar. Com as métricas é possível saber e controlar a performance do site em comparação aos seus objetivos e expectativas.

Assim, torna-se possível entender o que deve continuar e o que deve ser revisto, e isso pode ser fazer mais vezes o que deu certo, utilizar as palavras mais procuradas com mais frequência, gerar conteúdos relativos aos assuntos que as pessoas mais procuram, excluir ou rever seções que não trazem o menor interesse para seus usuários ou até refazer a arquitetura de informação do site.

E, pensando do outro lado, as métricas são importantes subsídios no momento de iniciar uma reestruturação de sites já existentes. Analisando o que faz sucesso e o que é um fracasso no site, poderemos guiar nossas propostas de AI com menos chances de errar. As ferramentas estão aí, cabe a nós usarmos tudo o que estiver ao nosso alcance para oferecermos serviços de qualidades para nosso cliente e para os clientes dos nossos clientes, que serão os efetivos usuários dos projetos que a gente planeja e executa todo dia. ;)

ROI

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 29-07-2008

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Vi essa entrevista com Lance Loveday no IATV. O autor do livro Web Design for ROI: Turning Browsers into Buyers & Prospects into Leads fala sobre a importância de analisar as métricas de um site para propor mudanças básicas e simples (ou profundas e estruturais) com embasamento e, principalmente, números (os malditos dígitos nos quais nossos clientes tanto confiam…heheh). Confira:

Taxa de Rejeição

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 16-07-2008

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Em um dos últimos artigos de Nielsen, o “Redução da taxa de rejeição: luta pelo segundo clique”, trata de um assunto muito importante para o Arquiteto de Informação: as métricas. O estudo dos dados de acesso de um site pode ser crucial para propor novas ações, seções, conteúdo e até a eliminação de áreas pouco procuradas e acessadas pelos usuários e que podem ter um alto custo de manutenção.

Um ponto importante contido no tópico “Unique Visitors” Must Die, com o qual concordo plenamente, é utilizar apenas o número de visitantes únicos de um site para divulgar seu sucesso. Usuários que clicam na url, mas fecham o site segundos depois entram como visitantes únicos, mas não significam nada para a medição do sucesso de um site, pelo contrário. Às vezes provam que o site era confuso, difícil de navegar ou demorava muito tempo para carregar, por exemplo.

Estudar o número de unique visitors em conjunto com outros dados estatisticos, como o tempo médio de permanência no site ou o número de vezes que um usuário retorna ao site é a maneira ideal de gerar conclusões confiáveis e realmente verdadeiras sobre o sucesso ou o fracasso de um site.

Outra questão que precisa ser analisada é o tipo de usuário que visita seu site. Por exemplo, se um usuário fiel, que entra regularmente, tem um tempo curto de permanência, o fato não deve ser encarado como um ponto negativo, já que esse tipo de comprotamente é perfeitamente normal.

Um exemplo prático

No flickr, onde tenho uma conta pró, entrou diariamente para ver se meus contatos postaram fotos novas. Se eu vejo que está tudo igual, saio do site na mesma hora. Somente quando há algo novo ou quando eu quero postar fotos minha, passo mais tempo no site.

Abaixo, segue uma tabela que Nielsen disponibiliza no artigo, sobre taxa de rejeição.

Mundo globalizado

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 01-11-2006

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Há alguns dias, coloquei o webstats no meu blog. Ele mede as visitas diárias na sua página e mostra também através de onde as pessoas chegaram aqui.

Achei ótimo!!! Entro todo dia para ver as estatísticas do meu blog! E recebo mais visitas do que imaginava!
Por meio do webstats, também dá para saber em quais países estão as pessoas que acessaram o blog. E, em meio ao Brasil, aos EUA e à Argentina, notei que entrou um ser da Índia!

O que será que alguém da Índia veio fazer no meu blog? Como será que ela conseguiu o endereço? E, o mais importante: será que ela entendeu uma palavra do que está escrito aqui? Aposto que não! No máximo, se divertiu com as fotos.

Por essas e outras que não há como negar: o mundo está cada vez mais globalizado! E agora até um ser da Índia conheceu meu novo visual, postado mais para baixo. E se o ser copiar minha foto e sair espalhando pela Índia? Medo? Paranóia? Não, gente, é glo-ba-li-za-ção!