Os profissionais do futuro (não, do presente!)

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 24-11-2009

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Comunicação Empresarial pede profissionais ´mestiços`

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 23-11-2009

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Achei GENIAL a palestra de Paulo Nassar, diretor geral da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e professor doutor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), sobre o perfil dos profissionais que trabalham com comunicação organizacional.

É exatamente o que eu sempre pensei e veio de encontro a tudo o que acredito, principalmente por abordar minhas duas paixões: comunicação empresarial e comunicação digital. Eu, que comecei minha carreira como Assessora de Imprensa, fiquei super feliz de ler essa matéria no Nós da Comunicação.

Abaixo, segue trecho da matéria:

“O comunicador precisa trabalhar dentro de uma visão técnica, ética e estética. Nesta área não é possível sobreviver apenas com uma formação tradicional. A comunicação empresarial busca, cada vez mais, uma narrativa aberta”.

Para ilustrar suas colocações, o professor adiantou alguns dados de uma pesquisa da Aberje sobre o setor que será divulgada no dia 26 de novembro. Utilizando como base a análise de 300 empresas que atuam no Brasil – juntas correspondem a 60% do PIB nacional -, o estudo revelou que no setor de comunicação empresarial, 33% dos profissionais têm como formação de origem o jornalismo; 15% vêm de relações públicas; 11% da publicidade e outros 11% da administração. Isso comprova a distribuição diversificada de currículos na área.

“Hoje, na comunicação organizacional, os profissionais se capacitam com formações complementares. Temos, na área, pessoas com diferentes currículos tradicionais. Atualmente, precisamos trabalhar com a lógica da soma, da mestiçagem, que é um valor reconhecidamente brasileiro”, explica.

E essas são conseqüências das novas possibilidades de diálogo entre as empresas e seus stakeholders. Segundo Paulo Nassar, o uso de ferramentas como os blogs e o Twitter pelas organizações é crescente e está transformando o comportamento do mercado.

“Quem está dentro de uma organização precisa ter uma inteligência estratégica. Na era digital, a informação é uma commodity e se o profissional trabalha com a informação em sua forma bruta ele não terá valor. É preciso fazer uma interpretação qualificada e criar um valor ao seu trabalho”, salienta.

Nos tempos atuais, as empresas têm que medir melhor os seus movimentos. “Qualquer ação empresarial gera controvérsias e diferentes pontos de vista. Qualquer movimento econômico, social ou ambiental da organização mexe com a sociedade. E este cenário está incomodando os protagonistas da comunicação tradicional e os veículos de massa. Não adianta mais impor mensagens à sociedade”.

Na conclusão de sua apresentação, o executivo reconheceu a importância do momento que o setor empresarial vive: “Nunca a teoria e a prática estiveram tão próximas no mundo da comunicação corporativa”.

(Leia na íntegra).

Seguindo nessa mesma linha, li esses dias dois artigos muito bons. Um deles fala especificamente sobre Assessoria de Imprensa x SEO.

Claro que é sabido que os assessores não produzem release só para a internet, mas acho que os textos não perderiam nada se fossem pensados para serem indexáveis. Eles seriam muito eficientes na internet, mas também poderiam facilmente ser publicados em uma jornal ou revista.

Seguem algumas dicas preciosas:

  • Pesquisar o volume de busca para os principais termos do texto
  • Apresentar termos-chave no título
  • Levar textos prontos para se tornarem tags H1 e H2
  • Conter links – com anchor texts
  • Apontar para outros textos
  • Levar fotos indexáveis, vídeos do Youtube.

Muito legal essa integração que a internet faz com profissões meio “congeladas” na sua rotina estabelecida, né? Fiquei apaixonada pelo texto, ainda mais por ter começado minha carreira como Assessora de Imprensa. Está aí uma maneira de esse profissional se diferenciar dos demais no mercado.

(Leia na íntegra).

Outro artigo bem legal é sobre a relação de jornalistas com SEO. Por incrível que pareça, há uma resistência por parte desses profissionais em adequar “seus” textos, que só falta serem tratados como verdadeiras produções artísticas por seus autores, para a realidade da internet.

O “jornalismo de indexação”, como alguns classificam este tema, que conta com o uso de termos-chave corretos nos titles das páginas, nos primeiros parágrafos do texto e alguns outros elementos onpage, pode significar a vida ou a morte aos trabalhos de pesquisa de qualquer redator.

Eu fico meio passada com isso, porque pior do que não saber que o jornalismo já mudou, é saber disso e resistir à mudança. Ainda bem que as coisas evoluem, já pensou que chato seria se tudo ficasse sempre na mesma?

Não me espantará se os jornais começarem a exigir de seus candidatos a emprego a indicação de “Conhecimentos em SEO” em seus currículos. Quem estiver antenado também não terá surpresas.

(Leia na íntegra).

Presidente da Abradi fala sobre os profissionais mais disputados pelas agências digitais

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 17-09-2009

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podcast

Muito legal esse podcast do IDG Now! Cesar Paz, presidente da Associação Brasileira de Agências Digitais, fala sobre as funções mais disputadas pelas agências brasileiras de mídia digital, bem como os caminhos a seguir para esses profissionais buscarem formação adequada. Ouça!

Um esclarecimento

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 04-05-2009

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Gente, cozinharam a matéria da Info sobre Arquitetos de Informação (aquela que eu dei entrevista e que foi publicada em março) e colocaram como título: Salários de até R$ 12 mil.

Vamos combinar uma coisa? A profissão é demais (sou suspeita, né?), tem mesmo mercado em expansão, mas não, um AI não costuma ganhar R$ 12 mil, tá? Não mesmo! Isso é completamente irreal. Quem ganha esse salário (no máximo 1% dos AIs) já pode até ter sido AI um dia, mas hoje deve ser empresário, gerente de alguma área ou tem um outro cargo parecido, mas AI mesmo o cara não deve ser mais. Porque, no sentido que a coisa é passada, parece que o povo entra no mercado e daqui a pouco tá ganhando dozezinho, no mole, mole. 

Por isso que há gente nova dizendo por aí que quer ser AI sem ter a menor vocação e gosto pela coisa. Com informação não se brinca, povo. Muito cuidado! Eu, como jornalista, fico passada com isso. Não, na verdade fico irada mesmo. Quer falar que ganha bem, tudo bem. Mas explica direitinho, né? Humpf!

Internet para dar e vender (e empregar!)

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 01-12-2006

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Li aqui que “com a migração de parte significativa dos orçamentos de publicidade para os veículos digitais, e o conseqüente aumento de demanda por trabalhos nessa área, profissionais especializados passaram a ser cada vez mais assediados, provocando uma escassez que certamente está causando um impacto não apenas na qualidade dos serviços prestados, mas no próprio redirecionamento da carreira de diversos profissionais de marketing e publicidade.

Em mercados mais desenvolvidos, como nos Estados Unidos, esta escassez se traduz em salários em alta. Profissionais de criação e mídia, segundo reportagem publicada recentemente no “The Wall Street Journal”, estão tendo, em média, aumentos salariais de até 60%. Mesmo assim, a falta de profissionais é encarada como um fator preocupante no próprio desenvolvimento do mercado publicitário online, já que há quem diga que o mercado só não cresce mais porque faltam pessoas qualificadas para desenvolver os projetos”.

Acho que também não é assim. Mas, para mim, quanto mais expansão melhor! =)