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As melhores de 2009
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 08-01-2010
Tagged Under : internet, novidades, tecnologia
Oi gente! Voltei!!!!
Nas minhas primeiras explorações na internet em 2010, achei um post do Tiago Dória que achei demais!
Ele seleconou as 10 melhores frases da semana de todo ano de 2009. Algumas merecem destaque:
“É uma adolescente agora. Ainda há um longo caminho a percorrer. Comporta-se de forma imprevisível, mas deu muitas satisfações a seus pais e comunidade”.
Leonard Kleinrock, 75 anos, professsor da Universidade da Califórnia, responsável pelo primeiro envio de mensagem entre dois computadores em rede, fala sobre os 40 anos da internet.
“O ser humano não consome ‘mídia digital’ ou ‘tradicional’. Ele escolhe a informação de maior valor para ele (…) e busca a informação onde o suporte for melhor”
Walter Lima, professor da Fundação Cásper Líbero, em entrevista para o podcast do site IDGNow!
“Internet é tão vital quanto água e gás”
Em artigo publicado em junho, o primeiro ministro britânico Gordon Brown defende que o acesso pleno à internet seja tratado como algo tão importante quanto serviços públicos como água e gás.
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Perguntas para serem respondidas antes de pensar em refazer um site
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 23-09-2009
Tagged Under : internet, marketing, site
Bem legalzinho esse artigo. Nele, autor de um dos blogs sobre Marketing mais famosos do mundo e um autor de inúmeros livros sobre Marketing, explica que há duas perguntas sempre feitas por clientes que desejar refazer seus sites. Porém, segundo ele, algumas outras são tão ou mais importantes e também devem ser respondidas. Leia abaixo as questões:
- What is the goal of the site?
- In other words, when it’s working great, what specific outcomes will occur?
- Who are we trying to please? If it’s the boss, what does she want? Is impressing a certain kind of person important? Which kind?
- How many people on your team have to be involved? At what level?
- Who are we trying to reach? Is it everyone? Our customers? A certain kind of prospect?
- What are the sites that this group has demonstrated they enjoy interacting with?
- Are we trying to close sales?
- Are we telling a story?
- Are we earning permission to follow up?
- Are we hoping that people will watch or learn?
- Do we need people to spread the word using various social media tools?
- Are we building a tribe of people who will use the site to connect with each other?
- Do people find the site via word of mouth? Are they looking to answer a specific question?
- Is there ongoing news and updates that need to be presented to people?
- Is the site part of a larger suite of places online where people can find out about us, or is this our one sign post?
- Is that information high in bandwidth or just little bits of data?
- Do we want people to call us?
- How many times a month would we like people to come by? For how long?
- Who needs to update this site? How often?
- How often can we afford to overhaul this site?
- Does showing up in the search engines matter? If so, for what terms? At what cost? Will we be willing to compromise any of the things above in order to achieve this goal?
- Will the site need to be universally accessible? Do issues of disability or language or browser come into it?
- How much money do we have to spend? How much time?
E finalmente,
- Does the organization understand that ‘everything’ is not an option?
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Quando uma marca não economiza nas inconsistências
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 14-09-2009
Tagged Under : interatividade, internet, redes sociais

Li uma matéria no Blue Bus que me deixou passada! Reproduzirei abaixo o mais importante:
Contratados da Globo só poderao manter blogs, perfis no Twitter e outras midias sociais com autorizaçao da emissora. A decisao está num comunicado interno que foi distribuido no inicio desta noite (10/09).
A TV proibiu “a divulgaçao ou comentários sobre temas direta ou indiretamente relacionados às atividades ligadas à Globo; ao mercado de mídia ou qualquer outra informaçao e conteúdo obtidos em razao do relacionamento com a Globo”. A emissora está preocupada em proteger seus “conteúdos da exploraçao indevida por terceiros, assim como preservar seus princípios e valores”.
E depois, vendo a programação, notamos a tentativa de inserção total da emissora na internet e nas redes sociais, pedindo ao telespectador para mandar opiniões que serão lidas ao vivo, decidir sobre a programação, acessar conteúdos exclusivos, saber de novidades via twitter….
Será que eles ainda não entenderam que manipular a internet fica um pouco mais difícil? Que o conceito de redes sociais não nada a ver com o que eles estão pensando?
Chega a ser ridícula tamanha inconsistência. Afe!
E no meio de tudo o que se fala sobre a importância da transparência (assunto tratado nesse e nesse posts aqui do blog e o tema central do último Café do Interação) e da utilização das redes sociais e do poder da internet para aproximar organizações de seus clientes e colaboradores, a Globo resolve ir exatamente na contramão de tudo isso. Bom, azar deles!
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Investimento em internet: os dez mais
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 04-09-2009
Tagged Under : internet, pesquisa
Li aqui a relação dos dez setores que mais investem na internet. Confira (em milhões):
- 1. Mercado financeiro e seguros R$ 464,1
- 2. Veículos, peças e acessórios R$ 256,8
- 3. Telecomunicações R$ 188,4
- 4. Bebidas R$ 120,6
- 5. Serviços ao consumidor R$ 97,5
- 6. Higienepessoal e beleza R$ 93,0
- 7. Eletrônicos R$ 92,8
- 8. Mídia R$ 71,3
- 9. Informática R$ 43,2
- 10. Cultura, lazer, esporte e turismo R$34,2
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“Não é o YouTube que matará a TV, mas sim a internet “
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 28-08-2009
Tagged Under : interatividade, internet, redes sociais, you tube

Essa frase foi dita por Chad Hurley, co-fundador do You Tube, durante o Digital Age 2.0. Na verdade, acredito que ele quis dizer que a televisão, do modo como ela é feita hoje, não durará muito. Com isso eu concordo plenamente. Mas a mídia TV não vai morrer, assim como o rádio não morreu com a chegada da TV e assim por diante.
O mundo muda, tudo evolui. E com os meios de comunicação não é diferente. Nem acho que o You Tube concorre com a televisão, pelo contrário! Acho sim que há uma sinergia, um complemento.
Durante sua palestra, Hurley adiantou algumas mudanças previstas para o site. Usabilidade e mudança de interface permearam algumas modificações. Muito bom! A fase de AI deve estar a todo vapor!
Há também o lançamento de outros formatos publicitários, para rentabilizar cada vez mais o serviço. Segundo ele, a pretensão é explorar novos modelos de peças e até iniciar uma divisão da receita com a comunidade responsável por vídeos virais de sucesso, com o objetivo de “estimular a criação de bom conteúdo, aumentando, consequentemente, o número de visitantes. Ótima saída: ganha o site, ganham os usuários!
Outra novidade será o estímulo ao social, seguindo a tendêncuia cada vez maior dos meios digitais. Novos recursos permitirão mostrar para os amigos o que o usuário está assistindo e vice-versa, em tempo real.
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Twitter acessado apenas por 100 pessoas?
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 11-08-2009
Tagged Under : internet, redes sociais, twitter
Olha como seria:
- 20 fantasmas - Criaram a conta e não atualizaram
- 50 preguiçosos - Não twittaram na última semana
- 5 popstars - Com mais de 100 seguidores
- 5 faladores - Os que criam 75% dos tweets

Via IceCream Now!
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Porque a internet também é lugar de botar a boca no trombone!
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 10-08-2009
Tagged Under : internet, pessoal, site
Começo este post com uma dica valiosíssima: nunca, nunca comprei nenhum produto da Samsung!
Pronto desabafei!

Agora, vou começar do começo. Comprei um celular da Samsung no começo do ano e, de fevereiro até junho tive três problemas com ele. Levei-o as três vezes, na garantia, até a assistência técnica. Enfrentei filas enoooormes (e foi aí que descobri que as assistências da marca estão sempre cheias, porque os produtos são de qualidade completamente duvidável). Como se eu não tivesse mais nada para fazer, fui buscá-lo as três vezes e enfrentei, novamente, grandes filas. E sempre que começava a usar o bichinho, um outro problema aparecia.
Até que minha bateria de paciência acabou….e, como ela não vem com carregador, liguei na empresa para pedir uma solução, porque se em menos de 6 meses tive que levar o aparelho três vezes para conserto, imagina depois que a garantia acabasse?
Enfim, ao ser atendida pelo povo peculiar do call center (*cof), fui informada de que eu teria direito a pedir a troca do aparelho ou meu dinheiro de volta (e corrigido) a partir do momento que tive de levar meu celular trâs ou mais vezes para conserto na garantia.
Abri o processo no primeiro dia de julho e, até hoje, o prazo de retorno (que era de 5 dias úteis) não chegou. Resultado: não recebi o dinheiro, meu celular ficou na assistência e eu fiquei sem rumo.
É aqui que entra o poder da internet…
Fui informada por uma amiga que o site Reclame Aqui existe exatamente para resolver esse tipo de problema. Funciona mais ou menos como um Procon, só que de maneira informal e sem a burocracia e demora que a instituição oferece. Como tempo é dinheiro e eu não tava nem um pouco a fim de ir até o Procon, entrei no site. Pausa: acho uó não podermos abrir queixa no Procon via internet! Oi, estamos no século XXI!
Voltando: E achei ge-ni-al! Funciona como uma comunidade onde você escreve seu problema e a empresa recebe sua reclamação, tendo a possibilidade de responder ao consumidor ou cair no ranking das empresas.
Com o tempo, o Reclame Aqui ficou tão popular que muita gente já entra no site para pesquisar as reclamações sobre empresas antes de coprar um produto / adquirir um serviço. Lá pode-se encontrar, ainda, a lista das empresas mais reclamadas e a lista das empresas que mais e menos respondem as reclamações dos consumidores.
O site é fácil de usar, intuitivo e funciona! Amei!
E o sucesso do Reclame Aqui foi tanto que o Buscapé imitou o pioneirto e lançou o Confiômetro, que funciona de maneira quase idêntica. São os mesmos campos, os mesmos passos para cadastrar um protesto, a mesmíssima arquitetura de informação. Faltou originalidade, hein? Mas eu, que quero mais é receber meu dinheiro logo, postei meu problema nos dois!
Para saber mais, leia essa matéria da Revista Exame.
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B = f(P,E)
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 26-05-2009
Tagged Under : arquitetura de informação, design de interação, interatividade, internet, mídias sociais, redes sociais, viralização
Christina Wodtke - Designing the Viral App from Interaction Design Association on Vimeo.
Achei demais a apresentação de Christina Wodtke inteirinha, mas o que mais me tocou foi a fórmula do comportamente, que é o que queremos atingir quando planejamos e executamos qualquer tipo de açao que objetive atingir pessoas.
B -> behavior = f -> function (P -> Person, E -> Environment)
Christina fala sobre o comportamento colaborativo e social, abordando também os componentes virais que fazem com que uma plataforma online se auto-promova.
O primeiro exemplo dado é super legal. Ela fala sobre o Flickr, que mudou seu default de privado para público no momento de postar uma foto, já que o principal intuito da ferramenta era compartilhar imagens, e não funcionar apenas como álbuns particulares de pessoas isoladas que não interagiam.
E, apesar desse default, que faz toda a diferença, sempre é possível mudar a configuração, ou seja, o usuário tem o poder de escolher se quer compartilhar seu conteúdo.
Outra coisa muito legal é o motivo do embed dos vídeos, iniciado pelo You Tube e hoje existente grande maioria das plataformas semelhantes. Por que um site permitiria que outros pudessem sugar seu conteúdo, permitindo até que tudo fosse visualizado sem nem precisar ir para o site de origem? A resposta você enconotra no vídeo acima. Então, vumbora, comece já a assistir!
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Navegação não-linear
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 26-11-2008
Tagged Under : colaboração, interatividade, internet, tag
A navegação não-linear não surge com a Internet, nem com a web, já que o pensamento associativo é característico do ser humano, que num mero devaneio é capaz de se perder em meio à extensa rede de significações que percorre mentalmente. Ao ler um livro, assistir a um filme, escutar uma música, travar relações de comunicação, estamos constantemente formando um hipertexto mental, na medida em que pulamos de um assunto a outro estabelecendo relações entre os mesmos.
Em um artigo da Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação li a citação acima, que achei ótima como ponto de partida para uma análise sobre tags e folksonomia, mas também sobre quando é oportuno oferecer/solicitar ao usuário que ele estabeleça representações de conteúdos.
Antes dessa “Era da Coooperação” na internet, era possível apenas ir de um conteúdo a outro na web por meio das representações oferecidas por seus autores. Hoje, uma das principais características da internet é a construção de vocabulário pelos próprios usuários. As tags são etiquetas que trazem palavras representativas sobre algum conteúdo, que organizam, recuperam e armazenam links dentro de “blocos” de assuntos relacionados.
Um exemplo disso é a nuvem de tags existente no site da Globo. Lá estão dospostas as palavras mais buscadas no site. Ao clicar na tag Eleições 2008, por exemplo, o usuário é levado para uma página com todo o conteúdo do site reunido sobre aquele assunto, poupando tempo e sendo direcionado à informação que procura.
Outro exemplo é o Flickr, que permite que cada foto adicionada em um álbum seja representada por palavras. Se eu estiver navegando em uma página em que a tag ”inverno” está representando uma foto de pessoas brincando na neve, por exemplo, serei levada para uma página com todas as fotos daquele usuário que estão represetnadas pela mesma tag. Nesta mesma página há ainda a opação de consultar todo o conteúdo do site representado pela palavra “inverno”.
Aqui mesmo nesse site todos os posts são classificados por tags. Se um usuário clicar em uma delas, será levado para uma página com todos os posts classificados da mesma maneira. Imagine o tempo que um usuário levaria para encontrar esse mesmo conteúdo se tivesse que navegar página por página e ler post por post.
Assim, a folksonomia veio para dar “poder” aos usuários, que passam a ser emissores e receptores ao mesmo tempo e funciona como um vocabulário descontrolado, a partir do momento que não é construído por especialistas, mas sim por todo e qualquer usuário que esteja navegando na web e queira nomear os conteúdos que publicam.
Por um lado, isso pode limitar a busca por informações devido ao fato de os nomes não terem sido dados por expecialistas e. por isso, não terem a presença, de repente, de palavras-chaves importantes. Mas, por outro, permite que as próprias pessoas que buscam informações sejam responsáveis por classificá-las, organizando-as de maneira semântica e coletiva.
Mas, a folksonomia não possui só pontos positivos. A internet não é utilizada apenas por pessoas que conhecem todas as tendências e navegam horas por dia. Então, é normal que muitos usuários nem saibam o que significa a palavra tag e, mesmo que saibam seu significado, não utilizam “etiquetas” pensando no seu aspecto social, mas sim em palavras que façam sentido apenas para quem as concebe. Um exemplo disso são conteúdos classificadas com as tags “meu cachorro é o mais lindo” e “meu bebê de quatro patas”.
Além disso,
Golder e Huberman (apud Marlow, 2006, online) também discutem as
dificuldades semânticas do tagging que dificultam a precisão e o andamento da
busca num sistema de tags: a) Polissemia: quando uma única palavra tem múltiplos
significados relacionados; b) Sinonímia: quando diferentes palavras têm o mesmo
significado.
O site que consegue resolver os principais problemas do taggeamento é o Delicious, por meio da sugestão das palavras já utilizadas para classificar aquele mesmo conteúdo adicionado por outros usuários no site.
E será que todo site deve ter nuvem de tag e a funcionalidade de taggeamento do conteúdo pelos usuários? Não! É preciso discernir quando um site deve ou não comportar esse tipo de funcionalidade. Portais com muito conteúdo, sites que tratam de temas muito diversificados ou com atualizações constantes ganham muito com a utilização de tags. Do contrário, vira algo forçado que não será utilizado por ninguém.
Infelizmente, tenho percebido em muitos clientes a vontade de acrescentar tags de qualquer jeito nos seus sites. Acredito que cabe ao arquiteto de informção direcionar a vontade do cliente ao objetivo do seu site. É completamente errado o raciocínio de que é o cliente que está pagando e, portanto, deve-se elaborar tudo o que ele deseja. Os especialistas somos nós e, assim, cabe-nos a tarefa de “doutrinar”, com argumentos reais e convincentes, essas expectativas muitas vezes mirabolantes. Não é fácil, mas é possível. :)
