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As Mídias Sociais e as Organizações
Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 07-04-2009
Tagged Under : ferramentas, interatividade, redes sociais

As redes sociais já são parte integrante da vida das pessoas. Essa onda veio para ficar e, negá-la ou proibi-la é, seguramente, perder tempo e dinheiro. As empresas mais modernas e inovadoras já apostam há tempos no poder que as mídias sociais podem exercem positivamente em seus negócios, mas as empresas mais retrógradas e tradicionais ainda estão meio perdidas quanto ao melhor caminho a seguir.
Nem vou citar aqui o argumento de que funcionário feliz resulta em mais produtividade e menos fluxo de pessoal nas organizações, porque isso é mais do que um opinião, é um fato. Outros inúmeros motivos, alguns citados neste post do blog da Kmol, fornecem os subsídios necessários para qualquer empresa que ainda não está atenta às tendências digitais começar a se mexer, antes que seus concorrentes tomem a iniciativa.
Para mim, apenas duas razões já deveriam ser suficientes para que as emrpesas apostem alto nesse tipo de ferramenta. Uma delas é a integração entre os funcionários. Ter uma rede social na empresa já é meio caminho andado para que os colegas de trabalho se conheçam e encontrem similaridades uns com os outros. Humanizar a empresa deve ser palavra de ordem.
A outra razão é o relacionamento mais informal, mais rápido e full time com fornecedores e clientes. Utilizar o msn, por exemplo, pode agilizar aprovações, cobranças e negociações. Aqui, quebrar o gelo e encurtar distâncias são os principais pontos positivos.
Essas e outras questões são apontadas em um estudo realizado no ano passado pela empresa britânica Demos, que identificou a mudança de paradigma nas empresas, que agora incentivam o uso das redes sociais ao invés de vetá-las, como faziam há alguns anos.
Imagem Organizacional
Encontrei um artigo super interessante no site do Intercom, que aborda um outro lado das redes sociais em relação a empresas. Trata-se da utilização dessas ferramentas como forma de propagação e mensuração da imagem organizacional.
O artigo analisa apenas o Orkut, rede social mais popular no Brasil. Com 53,45% do total de usuários do site, o Brasil já descobriu uma maneira de colocar as empresas dentro desse universo. Porém, a minha experiência pessoal diz que o Twitter teve muito mais êxito nesse quesito, sendo invadido a cada dia por diversas novas empresas que procuram se comunicar com os usuários em tempo real.
A tendência é super válida e traz benefícios tangíveis e intangíveis para as organizações, mas é preciso ficar atento para não dar tiro no pé. Se a empresa não tem o que dizer ou não tem o menor perfil moderno, inovador e jovem, fica até feio querer forçar a barra, néammm?

Carla, antes de mais obrigada pela referência ao meu post no KMOL.
Gostava de dizer que concordo com os dois pontos que refere:
1. a integração entre funcionários
2. a informalização do contacto com fornecedores e clientes.
Não sei de muitos exemplos de relativamente à utilização de ferramentas sociais para a agilização e informalização do contacto com fornecedores mas há alguns exemplos engraçados da utilização do Twitter, por exemplo, para estabelecer melhores relações com clientes (veja este, por exemplo).
Quanto à integração de funcionários, também há bastantes exemplos mas é preciso ter cuidado com a utilização deste benefício como forma de convencer as organizações a adoptar ferramentas sociais. Porque, infelizmente, este benefício é uma das principais razões pelas quais as organizações não investem e chegam mesmo a bloquear a utilização destas ferramentas, com medo que os colaboradores “percam” tempo com futilidades.
[...] funcionários. Apesar de algumas empresas ainda proibirem a utilização de Mídias Sociais, como já mencionei em um post anterior, as mais ligadas nas tendências que vêm pra ficar já estão atentas a tudo o que essas redes [...]