Icon-sorting

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 12-02-2009

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ícone home

Um dia desses estava lendo sobre icon-sorting em algum lugar e resolvi fazer uma pesquisa sobre o tema para ver se encontrava alguma informação relevante ou cases inspiradores. Não, não estou precisando fazer um icon-sorting aqui na agência. Mas um dia posso precisar, então, não deixe para amanhã o que você pode pesquisar hoje. :)

E não é que achei um case super legal do Frederick van Amstel? O material dele é super completo e muito legal de ler. Pena que não participei do teste na época em que ele foi aplicado…o que será que eu estava fazendo no Natal de 2005?? Em um outro post há a compilação dos resultados, com todos os ícones analisados. Muito legal!

Depois, descobri um outro artigo no mesmo site que conta um pouco sobre a criação de ícones. Vale a pena dar uma lida para entender as boas práticas para elaborar o elemento de forma correta.

Nesse artigo do Boxes & Arrows, o autor conta até a história dos ícones! Tudo começou no século VI, com pinturas religiosas feitas em painéias de madeira. E hoje, muitos e muitos anos depois, os ícones têm grande importância na comunicação entre pessoas e sistemas digitais. Eles devem, principalmente, agregar valor à experiência do usuário. 

No final do texto, há algumas considerações sobre ícones bem interessantes, que reproduzo a seguir:

 

  • See icons as manifestations of functional requirements in the product plan—as action triggers and status cues that support information display and decision-making.
  • Recognize that icons reflect the character and voice of the application, particularly that of a style guide governing the look and feel of products.
  • See icons as designed entities that require research, testing, iteration, and specifications in order to ensure sound, consistent construction.
  • Add a sense of poetics to enhance the user experience, to alleviate the tedium of tasks that rely on drop-down menus and other standard web widgets.
  • See icons as part of the whole system of interactions, at a page level (in the organization of components), an architectural level (as visual indicators resting on invisible wireframes that the user may or may not perceive), and a transactional level (as points of access to various paths or flows).

 

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