SEO & Analytics Program

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 26-02-2009

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estatísticas

No meio da minha leitura do Search Engine Optimization Bible identifiquei um ponto muito importante, sem o qual todo o trabalho de SEO fica reduzido substancialmente. Trata-se da análise de resultado, das métricas que provam como o acesso ao site estava antes das práticas de SEO serem implementadas e o que mudou depois do trabalho de otimização.

Analytics are the metrics that show you how pages, links, keywords, and other elements of your web site are performing. If your web host hasn’t provided you with an analytics program, find one. Not having an analytics program is like walking around in the dark, hoping you won’t bump into a wall.

Segundo o livro, muita gente prefere não se render a pacotes de análises pois encaram como algo muito complicado e muito caro. Mas isso é um mito. Muitos programas são intuitivos de usar e bem baratos, alguns deles são até grátis. Ou seja, essa não pode ser mais a desculpa para não analisar o desempenho do seu site.

Vou até mais longe que isso, porque, para mim, ter um site no ar sem ter a menor idéia de quantas pessoas acessam, o que elas mais procuram, como elas chegam até ele e porque voltam (ou não), é praticamente o mesmo que não ter um site no ar. Com as métricas é possível saber e controlar a performance do site em comparação aos seus objetivos e expectativas.

Assim, torna-se possível entender o que deve continuar e o que deve ser revisto, e isso pode ser fazer mais vezes o que deu certo, utilizar as palavras mais procuradas com mais frequência, gerar conteúdos relativos aos assuntos que as pessoas mais procuram, excluir ou rever seções que não trazem o menor interesse para seus usuários ou até refazer a arquitetura de informação do site.

E, pensando do outro lado, as métricas são importantes subsídios no momento de iniciar uma reestruturação de sites já existentes. Analisando o que faz sucesso e o que é um fracasso no site, poderemos guiar nossas propostas de AI com menos chances de errar. As ferramentas estão aí, cabe a nós usarmos tudo o que estiver ao nosso alcance para oferecermos serviços de qualidades para nosso cliente e para os clientes dos nossos clientes, que serão os efetivos usuários dos projetos que a gente planeja e executa todo dia. ;)

Icon-sorting

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 12-02-2009

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ícone home

Um dia desses estava lendo sobre icon-sorting em algum lugar e resolvi fazer uma pesquisa sobre o tema para ver se encontrava alguma informação relevante ou cases inspiradores. Não, não estou precisando fazer um icon-sorting aqui na agência. Mas um dia posso precisar, então, não deixe para amanhã o que você pode pesquisar hoje. :)

E não é que achei um case super legal do Frederick van Amstel? O material dele é super completo e muito legal de ler. Pena que não participei do teste na época em que ele foi aplicado…o que será que eu estava fazendo no Natal de 2005?? Em um outro post há a compilação dos resultados, com todos os ícones analisados. Muito legal!

Depois, descobri um outro artigo no mesmo site que conta um pouco sobre a criação de ícones. Vale a pena dar uma lida para entender as boas práticas para elaborar o elemento de forma correta.

Nesse artigo do Boxes & Arrows, o autor conta até a história dos ícones! Tudo começou no século VI, com pinturas religiosas feitas em painéias de madeira. E hoje, muitos e muitos anos depois, os ícones têm grande importância na comunicação entre pessoas e sistemas digitais. Eles devem, principalmente, agregar valor à experiência do usuário. 

No final do texto, há algumas considerações sobre ícones bem interessantes, que reproduzo a seguir:

 

  • See icons as manifestations of functional requirements in the product plan—as action triggers and status cues that support information display and decision-making.
  • Recognize that icons reflect the character and voice of the application, particularly that of a style guide governing the look and feel of products.
  • See icons as designed entities that require research, testing, iteration, and specifications in order to ensure sound, consistent construction.
  • Add a sense of poetics to enhance the user experience, to alleviate the tedium of tasks that rely on drop-down menus and other standard web widgets.
  • See icons as part of the whole system of interactions, at a page level (in the organization of components), an architectural level (as visual indicators resting on invisible wireframes that the user may or may not perceive), and a transactional level (as points of access to various paths or flows).

 

Entrevista sobre Arquitetura de Informação

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 11-02-2009

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microfone

O Rogério Pereira teve uma iniciativa super legal em seu blog. Ele está fazendo entrevistas com alguns Arquitetos de Informação para publicá-las em seu site. Segundo Rogério, essas entrevistas têm o objetivo de orientar as pessoas que estão entrando na profissão e aumentar o conhecimento de quem já atua no mercado. 

O primeiro foi Eduardo Loureiro, Coordenador de Experiência do Usuário na Mapa Digital e, agora, também contribuí com a minha opinião sobre a profissão. Leia aqui a entrevista na íntegra.

Realidade Aumentada: a nova moda da internet

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 09-02-2009

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Realidade Aumentada é a nova moda da internet e já está recheando um monte de propostas para clientes diversos por aí. Ela é super interessante e abre um leque de oportunidades para interações geniais dos usuários com produtos e marcas. 

Realmente, a experiência que o usuário terá ao interagir em um site ou qualquer outra plataforma digital com Realidade Aumentada ficará infinitamente mais rica mas, novamente, é preciso ter discernimento para não “queimar” possibilidades legais com idéias forçadas e fracas, que não têm nada a ver com o cliente, projeto, público-alvo, target etc etc, pelo simples fato de querer estar dentro das invovações tecnológicas e mostrar para o cliente que a agência é super mega blaster criativa. Aí, uma coisa super legal acaba se tornando carne de vaca e os usuários acabam se cansando e até se frustrando, em alguns casos.

Bom, mas antes de qualquer outra coisa, vamos à definição. Realidade Aumentada é uma mistura do mundo real com o virtual, onde você pode interagir em tempo real e ver o resultado disso na tela. Esse é o tipo de novidade que, há alguns anos, muita gente consideraria algo impossível ou um sonho distante. (Medo da velocidade com que as coisas estão acontecendo!). 

No Brainstorm9 eles explicam em um post de maneira simples e prática o que é tudo isso, além de mostrar exemplos para ficar mais fácil de entender. E agora, os arquitetos de informação precisam estudar as possibilidades e limitações tecnológicas para dar margem a um monte de coisas novas e desafiadoras. Espero que, em poucos meses, a gente já tenha um monte de cases legais utilizando Realidade Aumentada aqui no Brasil!

Para pesquisar mais referências, esse blog é perfeito! 

E você, já tem alguma experiência com RA? Me conta!

Todo mundo adora!

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 06-02-2009

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Achei divina a campanha. Fazia tempo que não dava risada com anúncios bem humorados. Ou eu estou num bom dia ou as músicas são engraçadas mesmo! Isso sem falar nas legendas, que são um espetáculo à parte! Assista aos vídeos e depois passe aqui para contar se você também achou ótimo, como eu. :)

Folksonomia: classificação cooperada

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 05-02-2009

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Sabemos que, na era web 2.0, um dado na internet - seja ele um vídeo, um artigo, uma imagem ou qualquer outro tipo de conteúdo - pode ser classificado por outro dado - palavra ou conjunto de palavras que representem um conteúdo. Essa classificação pode ser feita de duas maneiras: por profissionais especializados ou pelos próprios autores. A Folksonomia tornou-se tão relevante por dois principais motivos: ela agrega conteúdos relacionados, organizam informações e auxiliam os usuários a encontrar as informações que procuram de maneira ágil, simples e eficiente.

Nas bibliotecas, todos os documentos são catalogados por especialistas, que seguem regras e metodologias para classificar os conteúdos. Mas as características da internet são completamente diferentes e, por isso, fica inviável que especialistas classifiquem todo o conteúdo produzido na grande rede. 

Assim, os próprios autores costumam classificar suas produções, o que remete a um outro problema (já que esses autores nem sempre são geradores profissioanis de conteúdo e sim usuários comuns): a falta de conhecimento e o individualismo (o usuário só pensa nas palavras que fazem sentido para ele e não em como os demais usuários poderiam buscar esse conteúdo). 

Alguns sites costumam permitir que os usuários classifiquem conteúdos de maneira moderada, oferecendo algumas opções para escolha, sem que o autor possa acrescentar novas palavras. O problema desse formato está na generalização. Palavras específicas que classificariam melhor o conteúdo acabam sendo ignoradas e os sites acabam tendo muito conteúdo reunido em poucos termos genéricos.

Neste artigo, o autor faz uma análise muito legal das tags mais populares no Flickr e no Delicious. A análise é ótima para analisar o perfil e o modelo mental da maioria dos usuários, no momento de classificar os conteúdos que publicam em ambos os sites. 

Em novembro de 2004 as tags mais populares no Delicious eram:

software, design, programming, music, politics, web, news, blog, css, linux, art, osx, java, mac, blogs, reference, fun, python, games, tech, photography, humor, tools, delicious, rss, firefox, toread, comics.

A proposta do Delicious é interessante porque difere dos tipos classificação que mencionei até aqui. Os conteúdos não são classificados nem por pessoas especializadas e nem pelos autores dos materiais, mas sim por usuários comuns que acessaram e se interessaram de alguma maneira por esses conteúdos, formando uma biblioteca virtual. que pode ser usada também por outros membros da comunidades.

Elas mostram que muitas dessas palavras eram termos técnicos, que podemos interpretar como um interesse comum do público que utiliza o site. Outras palavras simplesmente descrevem o tipo de conteúdo adicionado (fotos, humor, engraçado). Já a palavra “toread” indica um tipo de organização feita de um usuário para ele mesmo, sem pensar no uso coletivo da ferramenta. Provavelmente, ele utiliza essa tag para saber quais as páginas que ele precisa voltar para ler.

Já no Flickr, no mesmo período, as tags mais populares eram:cat, friends, dog sky, sea, park, kids, garden, baby, building, flower, flowers signs, sculpture, city, vacation.

E 25% delas eram nomes de países ou cidades. Cores também foram muito utilizadas como tags, assim como os anos 2001, 2002, 2003 e 2004. NO artigo, o autor comenta dois termos também muito utilizados no site, que remetem a conclusões relativas a comunidades, ao ego e a falta de conhecimentos sobre o correto uso de tags, muito evidentes em sites colaborativos. São elas: “cute” e “me”.

Stewart Butterfield, um dos criadores do Flickr, dá a sua opinião sobre as tags:

“Aside: I think the lack of hierarchy, synonym control and semantic precision are precisely why it works. Free typing loose associations is just a lot easier than making a decision about the degree of match to a pre-‍defined category (especially hierarchical ones). It’s like 90% of the value of a ‘proper’ taxonomy but 10 times simpler.” 

Resta apenas saber se a grande massa de usuários está familiarizada com o uso de tags e, mais importante ainda, se os usuários têm idéia do motivo pelos quais aquelas etiquetas estão ali na página. O que você acha?