Mobile Advertising

Filed Under (Sem categoria) by Carla Martins on 03-10-2008

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Li uma entrevista muito boa sobre Mobile Advertising e os entrevistados confirmaram muitas coisas nas quais eu já acreditava. Como usuária de celular, não gosto de ficar recebendo um monte de mensagens oferecendo produtos e divulgando promoções. Acho isso muito chato e invasivo. E, aém de mim, a maioria dos consumidores também se incomodam.  Agora, se me oferecerem algo útil, que poupe meu tempo ou que agregue serviços ou funcionalidades bacanas ao meu celular, vou adorar! Esse é um dos principais desafios da plataforma: descobrir o jeito certo de atingir seu público. O celular é uma mídia diferenciada por ser muito pessoal e estar com seu dono 24 horas por dia, nos sete dias da semana.

Por uma lado, é ótimo saber que, ocm certeza, o usuário será impactado, já que está sempre com seu aparelho. Mas, por outro, é muito mais fácil errar e ter sua estratégia encarada como algo que só atrapalhou uma reunião importante ou veio incomodar para oferecer algo insignificante. Sendo assim, as empresas lá fora já estão percebendo que é possível oferecer experiências melhores e mais ricas por meio dos aparelhos móveis. Hoje, a tendência mundial são os aplicativos.

Muitos clientes estão focados neles e fazem questão de oferecer aplicativos mobile aos seus consumidores, além de um site WAP. Porém, chegamos aí a um outro ponto importante: o planejamento. Dependendo do produto/marca/objetivo/ estratégia, um aplicativo pode não ser recomendável. Não é porque apps tendem a porporcionar experiências mais ricas que temos que sair fazendo aplicativos para todos os nossos clientes.  Mobile envolve e entrega, precisamos dicernir quando queremos envolver e quando queremos apenas informar alguma coisa. A entrevista traz muitas outras informações úteis e também pode ser vista na íntegra.

A consequência de não ouvir seus consumidores

Em um artigo também muito bom, David Rabjohns fala sobre a perda de Market Share das empresas de celulares que estão remando contra a maré das necessidades e desejos de seus clientes. Difícil é acreditar que, sendo empresas totalmente focadas em tecnologia, elas não tenham percebido que as necessidades de consumo das pessoas mudam quase na velocidade em que produtos inovadores são colocados no mercado. Achei demais esse mapa que explica como as relações com a palavra “cool” mudaram em pouco tempo:

Relações com a palavra cool

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